Harley-Davidson — Poder em movimento
Existem motos que passam despercebidas.
E existem motos que mudam o ritmo do ambiente ao redor.
A Harley-Davidson Fat Bob sempre pertenceu ao segundo grupo. Baixa, larga, agressiva. Uma moto que ocupa espaço, físico e simbólico. Desde a primeira geração, ela nunca pediu permissão para existir. Ela simplesmente chega.
E é exatamente esse tipo de base que a AHRT escolhe para trabalhar.

A base: peso, postura e intenção
O projeto começou pelo que sustenta tudo: as rodas. Importadas e com pintura em preto micro texturizado, elas criam uma base visual sólida e densa, dialogando diretamente com os demais acessórios da moto na mesma paleta.

Esse acabamento não é apenas estético. Ele reforça a leitura de robustez, resistência e uso real. Nada aqui parece frágil ou ornamental. A Fat Bob precisa parecer pronta para rodar, e para impor respeito.

Linhas redesenhadas, identidade reforçada
A transformação segue com intervenções que mudam completamente a leitura da moto sem apagar sua essência. O escapamento em arco cria um fluxo visual contínuo, enquanto os paralamas redesenhados e o tanque modificado limpam o conjunto e reforçam o volume central da moto.

O novo painel e o guidão personalizado ajustam ergonomia e postura, colocando o piloto em uma posição mais dominante. Cada ajuste foi pensado para melhorar a experiência de pilotagem e, ao mesmo tempo, reforçar a presença estética da Fat Bob.

Uma nova expressão na dianteira
Se existe um ponto que define o “rosto” de uma moto, é a dianteira. E aqui, ela foi completamente reconstruída.

O farol retrô com grade feita à mão redefine a expressão da Fat Bob. Ele equilibra tradição e ousadia com precisão, trazendo um elemento clássico reinterpretado de forma autoral. Os piscas embutidos e a remodelagem completa da frente eliminam excessos visuais e elevam o nível de sofisticação do conjunto.

Pintura que conta história
A pintura especial em dois tons de preto com ouro envelhecido é o elemento que amarra todo o projeto. O acabamento cria a sensação de desgaste natural, como se a moto já tivesse vivido muito antes mesmo de sair da oficina.
Esse efeito não é sobre envelhecer por estética. É sobre criar narrativa. Uma moto que parece ter passado por estradas, histórias e momentos.

Para completar, os logotipos e fontes foram recriados em latão com gravação a laser, unindo durabilidade, precisão e identidade. Um detalhe silencioso, mas impossível de ignorar quando observado de perto.

Presença que não se explica
O resultado é uma Harley-Davidson Fat Bob que vai além da potência do motor. Ela se impõe pela presença, pela coerência do projeto e pela atenção obsessiva aos detalhes.

Essa moto não foi feita para agradar a todos, Foi feita para ser lembrada.
E isso traduz com exatidão o que a AHRT acredita: projetos que não seguem tendência, não pedem aprovação e não se diluem no meio do caminho. Apenas existem, com força, identidade e propósito.
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