Harley-Davidson — Eleanor | 60 Seconds

A Harley-Davidson Low Rider S já chega de fábrica carregada de atitude: motor potente, visual agressivo, postura de cruiser pronta para dominar as ruas. Mas neste projeto, a AHRT decidiu ir além da performance e do design. A inspiração veio do cinema, mais especificamente de um dos ícones mais marcantes da cultura automotiva: o Mustang “Eleanor”, do filme Gone in 60 Seconds.

Não se trata de copiar, trata-se de evocar um espírito.

Eleanor: quando um carro vira símbolo

O Eleanor original não era apenas um carro. Ele representava velocidade, elegância agressiva e um certo romantismo rebelde americano. Um muscle car com presença cinematográfica, linhas tensas e personalidade impossível de ignorar.

Trazer esse imaginário para uma moto exigia cuidado. A missão da AHRT foi traduzir o glamour e a força do Shelby GT500 para duas rodas, respeitando a identidade da Low Rider S e criando algo único, autoral e coerente.

O resultado é uma moto que conversa com o cinema, mas vive na rua.

Pintura que constrói narrativa

A pintura exclusiva é o primeiro elemento que estabelece essa conexão. Grafismos e tons cuidadosamente escolhidos remetem diretamente ao Eleanor, misturando sofisticação clássica americana com ferocidade urbana.

Não é uma pintura chamativa por excesso. Ela chama atenção pelo equilíbrio. Cada faixa, cada contraste, cada escolha cromática foi pensada para criar leitura à distância e recompensa no detalhe.

Emblemas e identidade reinterpretada

Os emblemas foram totalmente refeitos, inspirados nos do Mustang Eleanor. Cada traço foi redesenhado para dialogar com o universo Harley-Davidson, mantendo proporções, materiais e acabamento alinhados ao projeto.

Esse cuidado com símbolos é fundamental. Eles carregam significado, história e identidade. Aqui, não são apenas adornos, são assinaturas visuais que reforçam a aura de poder clássico do filme, reinterpretada pela AHRT.

Presença frontal e espírito Club Bike

O fairing dianteiro entra no projeto para reforçar a presença frontal da Low Rider S, trazendo uma leitura mais agressiva e contemporânea. Ele não apenas muda o visual, mas altera a postura da moto, aproximando-a do universo Club Bike.

O protetor de motor exclusivo complementa o conjunto, adicionando robustez e funcionalidade sem comprometer a estética. Tudo foi pensado para haver harmonia entre peças, linhas e atitude.

Não imita. Evoca.

Essa Low Rider S não tenta ser um Mustang. Ela não tenta ser um Eleanor literal. Ela evoca.

Evoca glamour, força, presença e rebeldia. Evoca o espírito de uma máquina que marcou gerações, mas traduz isso para o asfalto, para o concreto, para a vibração urbana de hoje.

É o cinema reinterpretado em metal, borracha e atitude.

Presença como declaração

No final, essa Low Rider S é mais do que uma customização. Ela é uma declaração de estilo. Uma moto que provoca, que se destaca e que transforma presença em linguagem.

Ela carrega o glamour e a força do Eleanor, mas vive aqui, na estrada real, no trânsito, na cidade. Com identidade própria, assinatura AHRT e personalidade impossível de confundir.

 

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